Gente!!!
Post super útil!!! Leiam! Espero que gostem! Bjos!
M•A•Cmaniaca: GUIA DO BATOM MATTE NO BRASIL: Batom matte caiu no gosto das brasileiras e aos poucos as marcas nacionais têm investido na sua fabricação. Matte é de longe meu acabamen...
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 28 de agosto de 2010
XIX BON ODORI
Pessoal, mais uma edição do Bon Odori, também chamado de "festa da cultura japonesa"! Eu já fui algumas vezes e adoro! É uma festa diferente do que estamos acostumados, pelo menos para aqueles que não tem contato com muitos japoneses... hehe!
Tem danças típicas, culinária, teatro, lutas, ikebana... É bem divertido.
O ingresso antecipado custa apenas R$ 5,00, não é ótimo? Um programa excelente para esse domingo, vamos?!
Essas são as fotos do cartaz de divulgação:

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Show dos Los Hermanos em Salvador!
A novidade do momento: Los Hermanos farão dois shows em Salvador!!!
Um show será no dia 17 de outubro e o outro no dia 18.
Os ingressos para o dia 17 já estão esgotadíssimos! (Eu fiquei de fora...)
Quanto aos do dia 18, ainda não estão à venda. Temos que ficar atentos para o início porque serão muito concorridos esses ingressos!!!
Ambos os shows serão na Concha Acústica - Teatro Castro Alves.
Hora 17 de outubro às 18:30 - 18 de outubro às 18:30
Localização Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Praça Dois de Julho, s/n - Campo Grande
Salvador, Brazil
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domingo, 22 de agosto de 2010
O Miss Universo 2010 será decidido no próximo dia 23, em uma cerimônia em Las Vegas.

A candidata brasileira é Débora Lyra, capixaba, vencedora do Miss Brasil pelo Estado de Minas Gerais.
Ela é linda, mas terá que vencer 82 candidatas para ser a Miss Universo.
Será que dessa vez conseguiremos? Eu acredito que sim!
Achei a Débora belíssima, e tem mesmo porte de miss. Qual a opinião de vocês, ela vence ou não o Miss Universo?
Para maiores detalhes e para ver as fotos das demais candidatas, acessem:
http://www.missuniverse.com/
http://resumododia.com/candidatas-a-miss-universo-2010.html
O concurso será transmitido pela BAND às 0:30 min.
A candidata brasileira é Débora Lyra, capixaba, vencedora do Miss Brasil pelo Estado de Minas Gerais.
Ela é linda, mas terá que vencer 82 candidatas para ser a Miss Universo.
Será que dessa vez conseguiremos? Eu acredito que sim!
Achei a Débora belíssima, e tem mesmo porte de miss. Qual a opinião de vocês, ela vence ou não o Miss Universo?
Para maiores detalhes e para ver as fotos das demais candidatas, acessem:
http://www.missuniverse.com/
http://resumododia.com/candidatas-a-miss-universo-2010.html
O concurso será transmitido pela BAND às 0:30 min.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Mais uma super dica!!!
Pessoal, espero que curtam!!! O "cartaz" já diz tudo, bem explicativo... Quem pretende ir? Eu estou com muita vontade!!!
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
SUGESTÃO PARA O FIM DE SEMANA: Meu malvado favorito!
Meu malvado favorito (Despicable me) é um filme super divertido e para toda a família. O filme tem como personagem principal um vilão que quer roubar a lua, pode? E o seu rival é um ex-nerd, que resolveu aproveitar sua inteligência para praticar o crime do século! hehehe! Qual seria esse crime?
Pois é, com esse enredo, a princípio, pouco convencional, o filme aborda temas como: família, trabalho em equipe e o real sentido da felicidade. É isso aí, as animações infantis tem sido cada vez mais adultas!
Adorei assitir esse filme, dei risada e me emocionei! Recomendo total! É bom saber que ainda fazem roteiros com lições de moral, sem que fique forçado, sabe? Meu malvado favorito não é um filme superficial, mas é de uma leveza ímpar! Vão assistir!
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Meu malvado favorito
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
PARA LEMBRAR E DEIXAR PARA TRÁS
Há pouco mais de 14 meses eu fazia o primeiro post nesse blog. Acabei não dando a devida atenção ao espaço e ele ficou parado por um bom tempo até que Adriana que foi co-idealizadora do blog resolveu reativá-lo e participar ativamente dele (o que não fez no começo).
Desde então, ela vem me enchendo o saco pra voltar a postar.
Há semanas ela vem me pedindo que poste algo, para variar dos assuntos que ela mais gosta. Eu até tive algumas idéias, mas nenhuma que me empolgasse a parar para escrever.
Eis que num fim de noite de domingo, me pego revendo o último episódio de Lost. Lost que, aliás, foi o tema do post inaugural desse blog.
Nada mais apropriado para o meu retorno, que voltar pelo começo. Então aqui vamos nós.
VÍDEO COM SPOILERS
Foram 6 temporadas. Seis anos acompanhando a série que foi um fenômeno mundial. Um marco da cultura pop.
(abaixo spoilers para quem não assistiu à última temporada)
A sexta temporada trazia muitas expectativas. Queríamos respostas. Só que ela começou com mais perguntas. Uma “realidade paralela” que mais tarde descobriríamos ser o pós vida.
A temporada funciona bem como uma estória isolada, qualquer um que assistisse apenas à 6ª temporada de LOST provavelmente sairia relativamente satisfeito com o conteúdo do que viu.
Como complemento das temporadas anteriores, podemos dizer que essa última foi apenas razoável. Alguns mistérios ficaram sem respostas e quem esperava explicações “científicas” teve que se contentar com misticismo.
Isso não me surpreendeu. Já tinha acompanhado outro trabalho do produtor de lost J. J. Abrams que seguiu caminho parecido (ALIAS).
No começo da temporada a “realidade paralela” parecia apenas um recurso covarde para oferecer aos espectadores uma alternativa feliz para os protagonistas: um mundo onde não houve acidente e todos teriam uma chance de levar suas vidas normalmente.
Eu tinha ficado muito irritado com essa história de “realidade paralela”, primeiro porque achava uma alternativa covarde e segundo porque ela tomava muito tempo da série - que teria apenas 16 episódios para desvendar mistérios e dar desfecho à história da realidade da ilha.
A temporada foi passando e as histórias das duas realidades se desenrolaram de forma que a “realidade paralela” ficou tão interessante quanto a original, pois tornou-se evidente que haveria uma ligação entre elas.
O último episódio veio cercado de expectativas e prometia ser impactante. Duas realidades completamente distintas teriam que se chocar. Na ilha, Jack tornou-se o “guardião” e teria que enfrentar o monstro para salvar aquele lugar, ao mesmo tempo em que os outros losties sobreviventes iriam tentar escapar daquele lugar no avião Ajira.
Enquanto isso, na “realidade paralela”, diversos personagens foram lembrando da existência da outra realidade e pareceram se juntar para fazer com que os outros também pudessem lembrar.
O último episódio de LOST foi uma grande surpresa para mim. Isso porque os produtores sempre fizeram questão de deixar claro que os personagens não haviam morrido no acidente aéreo. A ilha não era um purgatório.
Só que a realidade paralela era.
Aquele era o local para onde os losties tinham ido depois de morrer.
O desfecho da história da ilha foi satisfatório. Jack foi o herói que estava destinado a ser desde o primeiro episódio.
Devo admitir que logo depois de ter assistido o final da série pela primeira vez (já vi inúmeras vezes depois) eu não fiquei muito satisfeito.
Contudo, depois de um tempo, analisando e lembrando tudo que vi e vivi com Lost, percebi que o final não poderia ser melhor. O final foi, na verdade, uma homenagem ao seriado e aos fãs.
Depois de praticamente ter toda a história da ilha resolvida, com Jack se sacrificando, Hurley virando o novo protetor e Sawyer e Cia conseguindo decolar pra longe, tivemos os últimos 10min de LOST. E que 10 minutos.
Jack (da realidade paralela) entra numa igreja onde iria encontrar o caixão de seu pai. Contudo, ao abri-lo não vê o corpo.
Acho que a surpresa de Jack ao escutar o “hey kiddo” é tão grande quanto a nossa.
De pé, encarando-o, está seu pai. Mais uma vez nos é exposta a faceta racional do doutor, que diz não entender o que está acontecendo, pois seu pai estava morto. Quando o seu velho lhe confirma essa informação, a verdade o arrebata assim como a nós: Jack morreu.
“Todos morrem um dia” é o que Cristian diz para o filho. Aquele lugar foi criado pelos losties para que eles pudessem se encontrar e lembrar de tudo o que viveram. Tinham que lembrar, para poder deixar para trás “remember and let go”.
Uma bela mensagem de elevação espiritual. Nessa parte do “lembrar” os fãs que acompanharam a série desde o começo puderam ver cenas emocionantes de todos os personagens ao longo desses 6 anos de história.
Foi uma forma de dizer “olhem tudo que aconteceu, tudo que vocês viveram com esses personagens. Foi emocionante, não?”. Acho que foi uma forma dos produtores nos falarem “pode ser que as respostas não tenham lhe satisfeito completamente, mas a jornada não valeu a pena?”.
Realmente valeu. A metáfora foi perfeita. O final: Jack deitado no mesmo lugar onde havia acordado na ilha, no primeiro episódio da primeira temporada. Mas, agora, sangrando. Ferido de morte e sabendo do seu destino. Porém, ele estava realizado, sabia que tinha cumprido sua missão. Para emocionar ainda mais os espectadores, os roteiristas não deixaram Jack morrer sozinho, abandonado. Chega para lhe fazer companhia o primeiro ser que o viu na ilha (no mesmo primeiro episódio da primeira temporada): o cachorro Vicent. A cena é bonita, o cão, símbolo de amigo fiel, chega e se acomoda junto ao doutor, que pouco antes de morrer ainda tem o prazer de ver que o avião de seus amigos decolou e deixou a ilha. A satisfação de Jack é nítida. Segundos depois disso, numa simbologia de fim de ciclo, a série termina como resposta do começo: iniciou com o abrir dos olhos de Jack na floresta, e se encerra no mesmo lugar, com o último fechar de olhos do doutor.
Tudo isso sendo mostrado em contraste com as cenas dos espíritos dos Losties partindo para a próxima vida, próximo estágio espiritual ou o que qualquer interpretação religiosa possa permitir entender.
Aquela é também a metáfora do que devemos fazer.
Lembrar do que vivemos com essa maravilhosa série.
E partir para a próxima.
Desde então, ela vem me enchendo o saco pra voltar a postar.
Há semanas ela vem me pedindo que poste algo, para variar dos assuntos que ela mais gosta. Eu até tive algumas idéias, mas nenhuma que me empolgasse a parar para escrever.
Eis que num fim de noite de domingo, me pego revendo o último episódio de Lost. Lost que, aliás, foi o tema do post inaugural desse blog.
Nada mais apropriado para o meu retorno, que voltar pelo começo. Então aqui vamos nós.
VÍDEO COM SPOILERS
Foram 6 temporadas. Seis anos acompanhando a série que foi um fenômeno mundial. Um marco da cultura pop.
(abaixo spoilers para quem não assistiu à última temporada)
A sexta temporada trazia muitas expectativas. Queríamos respostas. Só que ela começou com mais perguntas. Uma “realidade paralela” que mais tarde descobriríamos ser o pós vida.
A temporada funciona bem como uma estória isolada, qualquer um que assistisse apenas à 6ª temporada de LOST provavelmente sairia relativamente satisfeito com o conteúdo do que viu.
Como complemento das temporadas anteriores, podemos dizer que essa última foi apenas razoável. Alguns mistérios ficaram sem respostas e quem esperava explicações “científicas” teve que se contentar com misticismo.
Isso não me surpreendeu. Já tinha acompanhado outro trabalho do produtor de lost J. J. Abrams que seguiu caminho parecido (ALIAS).
No começo da temporada a “realidade paralela” parecia apenas um recurso covarde para oferecer aos espectadores uma alternativa feliz para os protagonistas: um mundo onde não houve acidente e todos teriam uma chance de levar suas vidas normalmente.
Eu tinha ficado muito irritado com essa história de “realidade paralela”, primeiro porque achava uma alternativa covarde e segundo porque ela tomava muito tempo da série - que teria apenas 16 episódios para desvendar mistérios e dar desfecho à história da realidade da ilha.
A temporada foi passando e as histórias das duas realidades se desenrolaram de forma que a “realidade paralela” ficou tão interessante quanto a original, pois tornou-se evidente que haveria uma ligação entre elas.
O último episódio veio cercado de expectativas e prometia ser impactante. Duas realidades completamente distintas teriam que se chocar. Na ilha, Jack tornou-se o “guardião” e teria que enfrentar o monstro para salvar aquele lugar, ao mesmo tempo em que os outros losties sobreviventes iriam tentar escapar daquele lugar no avião Ajira.
Enquanto isso, na “realidade paralela”, diversos personagens foram lembrando da existência da outra realidade e pareceram se juntar para fazer com que os outros também pudessem lembrar.
O último episódio de LOST foi uma grande surpresa para mim. Isso porque os produtores sempre fizeram questão de deixar claro que os personagens não haviam morrido no acidente aéreo. A ilha não era um purgatório.
Só que a realidade paralela era.
Aquele era o local para onde os losties tinham ido depois de morrer.
O desfecho da história da ilha foi satisfatório. Jack foi o herói que estava destinado a ser desde o primeiro episódio.
Devo admitir que logo depois de ter assistido o final da série pela primeira vez (já vi inúmeras vezes depois) eu não fiquei muito satisfeito.
Contudo, depois de um tempo, analisando e lembrando tudo que vi e vivi com Lost, percebi que o final não poderia ser melhor. O final foi, na verdade, uma homenagem ao seriado e aos fãs.
Depois de praticamente ter toda a história da ilha resolvida, com Jack se sacrificando, Hurley virando o novo protetor e Sawyer e Cia conseguindo decolar pra longe, tivemos os últimos 10min de LOST. E que 10 minutos.
Jack (da realidade paralela) entra numa igreja onde iria encontrar o caixão de seu pai. Contudo, ao abri-lo não vê o corpo.
Acho que a surpresa de Jack ao escutar o “hey kiddo” é tão grande quanto a nossa.
De pé, encarando-o, está seu pai. Mais uma vez nos é exposta a faceta racional do doutor, que diz não entender o que está acontecendo, pois seu pai estava morto. Quando o seu velho lhe confirma essa informação, a verdade o arrebata assim como a nós: Jack morreu.
“Todos morrem um dia” é o que Cristian diz para o filho. Aquele lugar foi criado pelos losties para que eles pudessem se encontrar e lembrar de tudo o que viveram. Tinham que lembrar, para poder deixar para trás “remember and let go”.
Uma bela mensagem de elevação espiritual. Nessa parte do “lembrar” os fãs que acompanharam a série desde o começo puderam ver cenas emocionantes de todos os personagens ao longo desses 6 anos de história.
Foi uma forma de dizer “olhem tudo que aconteceu, tudo que vocês viveram com esses personagens. Foi emocionante, não?”. Acho que foi uma forma dos produtores nos falarem “pode ser que as respostas não tenham lhe satisfeito completamente, mas a jornada não valeu a pena?”.
Realmente valeu. A metáfora foi perfeita. O final: Jack deitado no mesmo lugar onde havia acordado na ilha, no primeiro episódio da primeira temporada. Mas, agora, sangrando. Ferido de morte e sabendo do seu destino. Porém, ele estava realizado, sabia que tinha cumprido sua missão. Para emocionar ainda mais os espectadores, os roteiristas não deixaram Jack morrer sozinho, abandonado. Chega para lhe fazer companhia o primeiro ser que o viu na ilha (no mesmo primeiro episódio da primeira temporada): o cachorro Vicent. A cena é bonita, o cão, símbolo de amigo fiel, chega e se acomoda junto ao doutor, que pouco antes de morrer ainda tem o prazer de ver que o avião de seus amigos decolou e deixou a ilha. A satisfação de Jack é nítida. Segundos depois disso, numa simbologia de fim de ciclo, a série termina como resposta do começo: iniciou com o abrir dos olhos de Jack na floresta, e se encerra no mesmo lugar, com o último fechar de olhos do doutor.
Tudo isso sendo mostrado em contraste com as cenas dos espíritos dos Losties partindo para a próxima vida, próximo estágio espiritual ou o que qualquer interpretação religiosa possa permitir entender.
Aquela é também a metáfora do que devemos fazer.
Lembrar do que vivemos com essa maravilhosa série.
E partir para a próxima.
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